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Internacional – MERCOSUL e UNIÃO EUROPEIA deverão assinar acordo

Acordos internacionais, exportações
Acordos internacionais, exportações

A secretária de Comércio Exterior do MDIC - Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Tatiana Prazeres, disse que a expectativa é de que o acordo entre o MERCOSUL e a UNIÃO EUROPEIA seja assinado em breve.

A expectativa com o Mercosul e a UE é positiva. As negociações estão concluídas, mas é necessário que haja autorização das instâncias comunitárias para que a Comissão Europeia possa assinar o acordo”, disse Tatiana, “O que costumamos dizer é que o Mercosul está pronto, mas não está parado”, acrescentou e complementou ainda que o vice-presidente da República e Ministro do MDIC, Geraldo Alckmin, tem trabalhado muito para ampliar a rede comercial do Brasil e MERCOSUL, destacando a assinatura do acordo entre MERCOSUL e EFTA - Associação Europeia de Livre Comércio no ano passado.

 

Itália libera acordo MERCOSUL-UE após concessões agrícolas

 

O governo de Giorgia Meloni, primeira-ministra da Itália, concordou com a entrada em vigor do acordo MERCOSUL-UE, tratado de livre comércio entre as partes. A decisão destrava um processo que estava paralisado após sucessivas resistências da Itália e da França, inclusive no Conselho Europeu de 18 de dezembro, quando a assinatura final foi adiada.

 

Exportações do Brasil

 

Em relação a 2.024, o aumento das exportações no ano passado, em valores, foi de 3,5%. Em volume, o crescimento foi ainda maior: 5,7%. Esse último percentual é mais do que o dobro do previsto pela OMC - Organização Mundial do Comércio para o crescimento global em 2.025, de 2,4%, o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teve diferentes efeitos sobre a balança comercial brasileira em 2.025, por um lado, as tarifas encareceram as vendas e reduziram as exportações brasileiras para os EUA ao longo do ano, por outro, favoreceram a aproximação do Brasil com outros parceiros, ampliando o leque de destinos comerciais.

Mais de 40 países registraram recordes de compras de produtos brasileiros ao longo do ano, entre os destaques estão Canadá, com crescimento de 14,8%, Índia (30,2%), Noruega (8,8%), Paquistão (132,6%), Paraguai (6,9%), Suíça (53,7%), Turquia (7,9%) e Uruguai (29,5%).

Em 2.025, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 68,3 bilhões (R$ 367,4 bilhões), resultado da diferença entre exportações e importações. Segundo o MDIC, as exportações somaram US$ 349 bilhões (cerca de R$ 1,9 trilhão) em 2.025, um novo recorde mesmo com o tarifaço.

Já as exportações brasileiras para os EUA recuaram, passando de US$ 40,37 bilhões em 2.024 para US$ 37,72 bilhões no ano passado — uma queda de 6,6%.

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