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Notícias de líderes rejeitados

há 10 horas
2 min de leitura

avier Milei, presidente da Argentina, que também já fez ataques ofensivos ao presidente do Brasil, diz que Sánchez (primeiro Ministro da Espanha) é "um ditador" e pede que espanhóis "expulsem os socialistas à força", e o governante espanhol responde: "Sim, sou de esquerda".

O presidente argentino deslocou-se a Espanha precisamente para defender os ideais de extrema-direita em plena campanha pré-eleitoral, "Sou amigo de Santiago Abascal e sou amigo de Isabel Díaz Ayuso e acredito que têm ideias saudáveis e positivas para tirar Espanha da decadência", afirmou, "É por isso que vos visito, porque o meu compromisso e amor por Espanha levam-me a apoiar aqueles que vão proporcionar maior bem-estar às pessoas", defendeu.

Após a Argentina atingir pico de 52,9% no índice de pobreza no primeiro semestre de seu governo, mas volta a enfrentar pioras em 2026. A economia argentina entrou no debate eleitoral brasileiro como referência para as propostas de Flávio Bolsonaro, durante o confronto com o presidente Lula.

A experiência do país passou a integrar o discurso econômico da campanha do bolsonarista. No mês passado, a coordenadora econômica do candidato, Daniella Marques, afirmou que o plano de governo do senador se inspira nas mudanças implementadas por Milei.

Com discurso de corte de gastos, o país enfrenta dificuldades para crescer economicamente e indicadores como pobreza e desemprego têm apresentado altas importantes, a Taxa de Pobreza disparou de 4,7% a 52,9% em onze anos.

Enquanto isso, a aprovação de Trump a menos de 2 semanas das eleições de meio de mandato nos EUA. Pesquisas apontam que presidente é reprovado por cerca de 66% dos americanos e apenas 31% aprovam. Trump tem feito comícios e promessas para tentar atrair o eleitorado. Milhares de eleitores irão às urnas em 3 de novembro para as eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, conhecidas como midterms (eleições legislativas de meio de mandato).

A votação vai renovar todas as 435 cadeiras da Câmara dos Representantes e cerca de 1/3 do Senado.

A pesar de Trump não disputar um cargo nestas eleições, a avaliação do governo deve influenciar a escolha dos eleitores para eleger os próximos deputados e senadores e o temor de sofrer um impeachment, E é diante deste cenário que existe um alerta na Casa Branca.

O levantamento indica que Trump passou a maior parte do atual mandato com índices de desaprovação superiores aos de aprovação. O presidente teve mais avaliações positivas do que negativas apenas nos primeiros 50 dias de governo.


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