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80ª Assembleia nova presidência Faixa de Gaza piora situação

ONU tem novo comando


No dia 9, terça-feira, a alemã Annalena Charlotte Alma Baerbock assumiu a presidência da 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas - ONU.

Eleita em junho, a ex-ministra das Relações Exteriores da Alemanha será somente a 5ª mulher em 80 anos a ocupar o posto, era filiada ao Aliança 90/Verdes.

Paz, desenvolvimento e direitos humanos

Em seu discurso após a votação, Baerbock falou do tema da 80ª. Sessão da Assembleia Geral, que marca 8 décadas desde a criação da ONU: “Melhor juntos: 80 anos e mais pela paz, desenvolvimento e direitos humanos”.

Nenhuma nação, independentemente de seu tamanho, poder ou riqueza, pode enfrentar sozinha os desafios que o mundo atravessa. Essa foi a reflexão que a nova presidente da ONU trouxe para explicar o tema central do seu mandato: “Melhor Juntos”.

Em sua primeira entrevista coletiva desde que assumiu o cargo, Annalena Baerbock, falou das expectativas que emana de Alto Nível da Assembleia Geral que começa na semana que vem em Nova Iorque.

Negociações sobre conflitos na Ucrânia e em Gaza

Mais de 150 chefes de Estado e Governo são esperados para o debate geral.

Quando perguntada sobre possíveis avanços em negociações para o fim dos conflitos na Ucrânia e em Gaza, a dirigente disse que não é hora de desistir e enfatizou o compromisso com “a tarefa mais importante da ONU”, de garantir PAZ e SEGURANÇA.

Baerbock lembrou que a Assembleia Geral colocou o direito da Ucrânia à soberania na agenda do encontro da semana que vem. Além disso, o órgão aprovou, na semana passada, a Declaração de Nova Iorque em relação à solução dos 2 Estados para o conflito israelense-palestino.

Ela disse que a aprovação do texto significa que 142 países consideram os recentes acontecimentos em Gaza “inaceitáveis”. As exigências são um cessar-fogo imediato, permanente e incondicional, entrega irrestrita de ajuda humanitária aos palestinos e, libertação incondicional de todos os reféns israelenses (só que Benjamin Netanyahu, não pretende isso, nem Donald Trump).

Só para não esquecer, Israel, continua bombardeando a Faixa de Gaza, o exército israelense lançou panfletos com ordens de retirada para moradores que estavam em meio aos escombros, onde bombardeou torres residenciais nos últimos dias, que ainda estavam em pé, parece aquela passagem bíblica, NÃO FICARÁ PEDRA SOBRE PEDRA, mas esse texto, era sobre o Templo de Israel.

O folheto diz em árabe:

"Aviso urgente!

Aos residentes da Faixa de Gaza.

A sua presença a norte do Wadi Gaza põe a sua vida em perigo

Todos os que optem por não evacuar do norte da Faixa para o sul do Wadi Gaza podem ser considerados parceiros da organização terrorista.

Forças de Defesa de Israel".

 

Além da invasão, intimidação e expulsão dos ocupantes de suas regiões, querem mais o que???, matar, exterminar todos os palestinos???. Essa é a impressão, praticamente certeza que temos desses exterminadores de inocentes, GENOCÍDIO, e o Benjamin, diz que é tudo mentira.

Pelo menos 13 palestinos, incluindo 5 crianças, foram mortos em uma operação das Forças israelenses, que durou 28 horas, em um campo de refugiados na Cisjordânia, segundo a Agência das Nações Unidas de Assistência e Obras aos Refugiados da Palestina no Oriente (UNRWA, na sigla em inglês).

A operação ocorreu em Nur Shams, disse o diretor da UNRWA na Cisjordânia, Adam Bouloukos.

Um dia após o início da ofensiva por terra para a tomada integral da Cidade de Gaza, Israel anunciou nesta quarta-feira, dia 17 que atacou mais de 150 pontos que afirmou ser alvos do Hamas na localidade. Os ataques deixaram 19 mortos, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo grupo terrorista.

O Exército também anunciou a abertura de um novo corredor para acelerar a fuga dos moradores em direção ao sul — a nova ofensiva levou milhares de pessoas a deixar novamente a Cidade de Gaza, para onde parte da população local havia voltado após fugir para o sul em uma primeira fase da guerra na Faixa de Gaza.

Nesta semana, estradas que levam ao sul do território palestino já estavam colapsadas com filas de carros amontoados e pessoas fugindo a pé.

Além de bombardear, matar e expulsar, é muita humilhação, isso, é uma vergonha, e ninguém faz nada.

 

Foto: Reuters/Mahmoud Issa. após Israel ordenar evacuação em 16 de setembro de 2025.

Palestinos fogem para o sul. Podemos observar área de praia, onde Donald Trump gostaria de fazer um resort, com ajuda de Israel.

 

 

O médico que esteve no enclave palestino em novembro de 2.023, antes de retornar recentemente, disse "Ficamos chocados desde que passamos a fronteira porque atravessamos uma área que virou uma terra de ninguém: uma zona onde o Exército israelense destruiu sistematicamente todos os prédios e vemos apenas pedaços de parede", Exaustão e desnutrição é visível, uma luta constante para sobreviver, vivem em barracas, pois, está tudo destruído, "Eles dormem no chão, com ratos, moscas. Como não há banheiros, há vermes em tudo”.

 

 

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