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Autor de impeachment de Dilma detona Flávio

há 20 horas
2 min de leitura
É a cópia malfeita do pai
É a cópia malfeita do pai

“Não sabem do perigo”: disse o jurista sobre uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro.

No sábado, dia 17, Miguel Reale Júnior publicou uma foto fazendo o “L”, em apoio à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva do PT. Além disso, assinou uma carta em defesa de um 4º mandato do presidente, ao lado de outras 14 personalidades.

Ao criticar Flávio, o jurista mencionou declarações do senador sobre a ditadura militar e homenagens a figuras ligadas à repressão, “Flávio é uma cópia malfeita do pai“, afirmou.

Na sequência, acrescentou: “Nós estamos diante de uma figura que só fez violência, apologia da ditadura, da tortura e evidentemente muitas pessoas que estão votando nele não sabem do seu passado. Do perigo que constitui ter um miliciano na presidência da República“.

E m carta aberta, publicada nas redes sociais no dia 7 de outubro, Reale Júnior já havia declarado oposição à candidatura de Flávio. De acordo com ele, uma eventual vitória do senador representaria uma ameaça à democracia, “Não é porque o PT está desgastado e ultrapassado que se vai mudar de rumo, com uma mudança para ir na direção do precipício. É isso que nós iremos ter com o Flávio“, por fim, completou: “Serão quatro anos de desespero. Uma pessoa que além de ser despreparada, gosta de brincar de ser Presidente da República sem ter sequer o passado político que o indique como capaz de ser presidente“, disparou.

Cotado para ministro da Saúde de Flávio Bolsonaro diz que usuário do SUS penaliza a sociedade.

Em gravação que começou a circular amplamente nas redes sociais e fóruns políticos, o médico oftalmologista Claudio Lottenberg, figura formalmente anunciada como o virtual titular do Ministério da Saúde em um eventual governo de Flávio do PL, faz duras críticas aos alicerces do SUS - Sistema Único de Saúde.

O registro foi captado durante uma palestra promovida em um evento de grande porte do setor de saúde. No centro de um palco e empunhando o microfone, Lottenberg dirigiu-se à plateia para colocar em dúvida o preceito básico consagrado na Constituição de 1988. Em sua manifestação, o médico defendeu que a garantia universal à saúde onera os cofres públicos e sugere que os cidadãos estariam sacrificando a coletividade ao exigir cuidados estatais sem arcar diretamente com os custos do tratamento ou por falta de autocuidado. Essa, não seria a frase do candidato.

No trecho que provocou reações imediatas entre sanitaristas e especialistas em saúde coletiva, o indicado para a pasta ministerial questiona abertamente o conceito de dever do Estado.


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