Brasil – Em 2022 Bolsonaro esteve em Barretos, tentando a reeleição
- JoCA NEWS

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A 65ª Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos de 2022, ocorreu de 18 a 28 de agosto de 2022, no Parque do Peão, em Barretos/SP, as eleições, seria dia 2 de outubro.
Em 26 de agosto do mesmo ano, quase no final dos festejos, mas, muito mais próximo das eleições, (37 dias, 5 semanas antes), o presidente Jair Bolsonaro, montado em um cavalo, apareceu na arena e depois discursou. Houveram várias manchetes sobre isso à época, “Bolsonaro troca 'comício' por ‘ato restrito’ na Festa do Peão de Barretos, point político há 50 anos”, chegou a ser acusado pelo PDT - Partido Democrático Trabalhista, de fazer um showmício disfarçado naquele espaço, o TSE - Tribunal Superior Eleitoral acabou arquivando a ação. Também é importante salientar, que o então candidato a governador por São Paulo, Tarcísio de Freitas, que nem sabia onde era o lugar de votar, também estava presente, junto a outros candidatos ao legislativo, como Marcos Pontes, ao Senado, o filho Eduardo Bolsonaro, Deputado Federal, e Carla Zambelli, Deputada Federal, todos eleitos, porém, esses 2 últimos abandoaram seus cargos e fugiram para o exterior, exceto o então presidente, que foi até hoje, o único a não conseguir se reeleger, mesmo estando com a “máquina”, na mão.
A Festa do Peão de Barretos, incluindo a edição de 2022, tem histórico de captação de recursos através de mecanismos de incentivo à cultura, como a Lei Rouanet (Lei Federal de Incentivo à Cultura, tão criticada nos dias de hoje, pela oposição), sendo frequentemente citada em debates sobre o financiamento público de grandes eventos sertanejos.
Agora, voltemos aos tempos atuais, neste Carnaval de 2026, a Acadêmicos de Niterói, fez homenagem ao presidente Lula.
A homenagem gerou acusações de campanha eleitoral antecipada por parlamentares “bolsonaristas, oposição”, além de críticas sobre o uso de dinheiro público para financiar a escola — o valor recebido do governo federal (R$ 1 milhão) foi o mesmo destinado às outras doze agremiações do grupo especial do Rio, "Os ensaios públicos do desfile geraram polêmica ao exibirem imagens satíricas do ex-presidente Jair Bolsonaro em um telão. A oposição denunciou o desfile como um evento de campanha eleitoral meses antes do início oficial da campanha, em agosto, e exigiu cortes no financiamento público da escola de samba", na verdade, faltando ainda 231 dias, 7 meses antes.
Para aqueles que querem usar a razão e não a emoção, é só analisar para decidir, o que deverá o TSE decidir, com base nessas informações?.







