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Brasil – investigando a “Operação Contenção”

Promotoria relata possíveis crimes

na megaoperação no Rio


O Ministério Público do Rio de Janeiro afirmou ter observado 2 casos de "lesões atípicas" entre os 121 mortos, sendo 4 policiais, da “Operação Contenção”, no dia 28 de outubro nos complexos da Penha e do Alemão, 113 suspeitos foram presos e 93 fuzis apreendidos, segundo balanço oficial.

A Promotoria de Justiça, em relatório técnico, enviado na quarta-feira, dia 12 ao ministro Alexandre de Moraes, do STF - Supremo Tribunal Federal, o órgão pontuou casos em que as lesões "destoavam das demais".

Em um deles, o corpo apresentava característica de disparo de arma de fogo a curta distância (queima-roupa). Em outro, o corpo possuía lesão por arma de fogo disparada a distância, mas também apresentava ferimento por decapitação, "produzido por instrumento cortante ou corto-contundente".

O caso de decaptação, foi de Yago Ravel Rodrigues Rosário, de 19 anos. O corpo foi encontrado decapitado em área de mata da serra da Misericórdia. A cabeça de Yago foi encontrada pendurada entre dois galhos de uma árvore, totalmente estranho para um confronto.

A análise técnica da Promotoria sugere, no documento, "análise minuciosa das imagens das câmeras corporais" dos agentes, além de análise do ambiente onde ocorreu o confronto. A equipe disse aguardar os laudos periciais e o resultado da identificação dos corpos.

Nesta 4ª feira, dia 12, sete chefes do tráfico de drogas do Comando Vermelho, foram transferidos do Rio de Janeiro para Catanduvas no Paraná, a mesma penitenciária federal que abriga Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar.

A pergunta mais intrigante é: Por que, apenas o CV – Comando Vermelho foi atacado? Que é inimigo das Milícias, que tem muito apoio político, inclusive com contratações de parentes em gabinetes e também homenagens feitas aos mesmos?.


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