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Fortalecer o BRICS


Tentar se proteger da TAXAÇÃO


O presidente Lula iniciou nesta 5ª feira, dia 7, ligações para os líderes dos BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul e mais Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã, para tratar das tarifas absurdas americanas aplicadas contra os países do bloco.

Lula passou uma hora conversando com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, um dia após o presidente americano Donald Trump aplicar uma sobretaxa de 25% aos produtos indicados, ampliando o tarifaço aplicado ao país asiático para 50%, alegando que seria por causa de comprar petróleo da Rússia, portanto, todos os países membros, estariam ameaçados.

Na conversa, o presidente brasileiro, concordou em visitar a Índia no início do ano que vem. Em outubro, o vice-presidente Geraldo Alckmin deve ir ao país para participar de uma reunião preparatória. Alckmin, aliás, tirou a quinta-feira para se encontrar com o encarregado de negócios da embaixada americana no Brasil, Gabriel Escobar (Brasil está há mais de 1 ano sem Embaixador americano). O encontro ocorreu na sede do MDIC - Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, comandado por Alckmin. A reunião ocorre um dia após a entrada em vigor do tarifaço americano sobre o Brasil.

A agenda do encontro não foi divulgada pelo MDIC.

Os EUA seguem sem embaixador no Brasil, e Escobar é a mais alta autoridade diplomática de Washington no Brasil.

Mas nem mesmo o encontro com o vice-presidente brasileiro evitou que a embaixada americana renovasse as ameaças ao ministro do STF Alexandre de Moraes. Em uma publicação de rede social, a representação diplomática americana voltou a acusar Moraes de ser o “arquiteto da censura e perseguição” a Bolsonaro. A publicação ainda afirma que está “monitorando de perto a situação” e aqueles que apoiem ou facilitem as decisões tomadas pelo ministro. “Estão avisados”, escreveu a embaixada, uma clara ameaça, intimidação a soberania nacional.

O Canadá, está tendo uma onda de patriotismo (o que não está nem perto daqui), eles, estão boicotando viagens aos EUA: “Um país hostil”, eram parceiros, amigos, mas, após o Trump, apoiar o partido adversário nas eleições canadense, que inclusive, as pesquisas davam ampla vantagem, acabou perdendo o pleito, depois, ameaçou anexar aos EUA, como 51º estado (gerando grande indignação nacional), recentemente, a notícia de que uma mulher canadense foi detida por 2 semanas nos EUA e submetida a "tratamento desumano" pelo ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA), agora, é o povo que está evitando viajar e adquirir produtos deles, quem sabe aqui também seja pelo menos parecido.

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