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Silas Malafaia chama Flávio de “jumento”

há 16 horas
2 min de leitura
Aliados não concordam com Flávio
Aliados não concordam com Flávio

O pastor Silas Malafaia, da “Assembleia de Deus, Vitória em Cristo”, não compactua com golpismo e desabafou em grupo de WhatsApp sobre carta de Flávio Bolsonaro se proclamando presidente do Brasil.

O pastor aliado da família Bolsonaro criticou os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro após a divulgação de uma carta de Flávio, já nos EAU, que contém alegações de fraude eleitoral.

Silas descreveu os filhos de Bolsonaro como “jumentos“, afirmando que eles se aconselham com pessoas inadequadas.

Ele expressou sua desaprovação em uma mensagem enviada a aliados, mencionando que Flávio faz “bobagens” e depois tenta corrigir e complementou dizendo “Se não tem prova é calúnia”.

Silas diz que não compactua com o que Flávio Bolsonaro fez com a carta e que se não tem prova é calúnia, “O Flávio também pediu para adiar a eleição!, Não teve nada disso [de fraude]“, concluiu. Lembrando que o presidente do TSE Kassio Nunes e o vice André Mendonça, fizeram muitas concessões ao candidato Flávio, dizem, que foi porque a indicação deles ao STF, foi de Jair, pai de Flávio.

Após visitar Jair Bolsonaro, ex-presidente, que está cumprindo prisão domiciliar, no dia 29 de outubro, Valdemar Costa Neto, presidente do PL - Partido Liberal detona carta de Flávio.

Valdemar expressou seu descontentamento com a carta de Flávio, afirmando: “Não gostei, não gostei”. Ele mencionou que iria atualizar Jair sobre a situação política.

Na carta, Flávio Bolsonaro relatou ter presenciado uma “fraude eleitoral” durante as eleições, onde Luiz Inácio Lula da Silva do PT foi declarado reeleito pelo TSE - Tribunal Superior Eleitoral com 64,2 milhões de votos, superando Flávio por quase 4,5 milhões de votos. A eleição foi reconhecida por diversas instituições, incluindo o Judiciário e organismos internacionais.

F lávio Bolsonaro deixou o Brasil em uma operação secreta, após descumprir uma ordem do STF - Supremo Tribunal Federal para entregar seus passaportes à Polícia Federal.

Durante a campanha, fez de tudo para “não abrir seu sigilo bancário, telefônico etc”, mas, agora com pelo menos 3 investigações no STF, é bem possível que finalmente sejam abertas e a esperança para a justiça, é que com o fim das eleições Daniel Vorcaro, faça uma Delação Premiada.

A tal carta aparentemente feita com Inteligência Artificial, faltou inteligência humana, para avaliar erros grosseiros, que aliás, foram 3 delas, “inconsistências históricas e alegações sem provas apontadas”, vejamos:

Brasão e título desatualizados: A primeira versão da carta usava um brasão do Brasil antigo com a inscrição "Estados Unidos do Brazil" (com "z" e formato vigente entre 1889 e 1968). Na abertura do texto, Flávio também se autointitulava "verdadeiro presidente Brasil", trecho que foi alterado em versões posteriores para "líder do Brasil". Aliados alegaram que os erros visuais ocorreram na confecção ou geração do documento.

Queria ser o líder a distância, tipo EAD, mas, aliados discordam e já pensam em dar fim a franquia Bolsonaro. Flávio está isolado e ridicularizado em seu exílio nos Estados Unidos.

Já começam a despontar os futuros candidatos a sua sucessão.


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